sexta-feira, 24 de março de 2017

DEPUTADO FEDERAL DELEY VISITA SINSEMCAM - CARDOSO MOREIRA-RJ


Nesta sexta-feira, dia 24 de março o Deputado Federal Deley, ídolo do Fluminense visitou o SINSEMCAM - Sindicato dos Servidores Municipais de Cardoso Moreira-RJ, a convite do Presidente do Sindicato Carlos Eduardo de Azevedo Higino. Presentes o advogado do Sindicato Dr. Antonio, Vereadora Geane Vincler, Ex Secretário de Cultura Fernando Melo,  Diretor do Sindicato Rondineli e as Secretárias Silesia e Taty, além da presença de vários servidores recepcionando o Deputado.

O Deputado mostrou solidariedade às causas do Sindicato disponibilizando uma Emenda parlamentar para o Município de Cardoso Moreira. Essa visita demonstra mais uma vez como o SINSEMCAM está engajado na luta constante pelos direitos dos servidores.

O Deputado Deley em suas falas elogiou o Presidente Carlinho Marão pelo belo trabalho em prol dos Servidores do Município, além de elogiar a estrutura e espaço físico do Sindicato.










2 comentários:

  1. São Paulo, Rio, BH ou Sudeste e Sul do Brasil as contas são as mais altas. Nem a classe D ganha apenas salário mínimo.
    Ao pôr teto de 1.874,00 para o acúmulo de pensão e aposentadoria o Relator baiano da Reforma da Previdência só pensou em seus eleitores de Guanambi, Bom Jesus da Lapa.
    A alegria de aos 65, aposentar, vira pânico de a qualquer momento o marido (mais velho) morrer e os benefícios caírem pela metade, não as contas.
    É preciso representar o BRASIL inteiro que vota. Melhor não fazer a reforma agora jogando o ônus no cidadão e, sem dúvida nenhuma, no parlamentar que aprová-la insensatamente.

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  2. São Paulo, Rio, BH ou Sudeste e Sul do Brasil as contas são as mais altas. Nem a classe D ganha apenas salário mínimo.
    Ao pôr teto de 1.874,00 para o acúmulo de pensão e aposentadoria o Relator baiano da Reforma da Previdência só pensou em seus eleitores de Guanambi, Bom Jesus da Lapa.
    A alegria de aos 65, aposentar, vira pânico de a qualquer momento o marido (mais velho) morrer e os benefícios caírem pela metade, não as contas.
    É preciso representar o BRASIL inteiro que vota. Melhor não fazer a reforma agora jogando o ônus no cidadão e, sem dúvida nenhuma, no parlamentar que aprová-la insensatamente.

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