Há cinco anos, João Marcos Coutinho Pereira, morador de Mata da Cruz, localidade próxima ao distrito de Santa Maria, se apresenta como DJ Marcos MT e vem conquistando o público através da forma descontraída como conduz as festas e garante estar sempre se atualizando com as novas tendências musicais. O detalhe: é portador de baixa visão e, nem por isso, se sente limitado para o exercício da atividade que requer agilidade e habilidade no manejo das manetes.
— Nos meus shows, através de músicas e mixagens criativas, procuro proporcionar ao público uma sensação de alegria, agitação. Resumindo: uma vontade contagiante de dançar — destaca. Ressalta que também trabalha com festas lentas e românticas procurando atender o gosto diversificado dos participantes, bem como dos próprios contratantes. Aos 22 anos, ele tem se apresentado nos distritos de Campos dos Goytacazes, cidades vizinhas, como Italva, Cardoso Moreira e Itaperuna, além de algumas participações especiais no Rio de Janeiro.
Motivação — Mesmo diante das dificuldades iniciais, DJ Marcos MT conta que atua desde 2009 quando tinha 17 anos. “Um dos motivos que me levaram a seguir essa carreira foi a minha paixão pela música. Desde criança tinha certeza que o que eu queria estava relacionado à música e quando ganhei um pequeno equipamento de sonorização do meu tio, descobri que era realmente a profissão de DJ que eu queria seguir. No começo foi muito difícil, pois muitas pessoas não acreditavam que isso poderia dar certo, mas com o apoio dos meus amigos e familiares, consegui fazer os meus primeiros shows”, disse.
Ao se mostrar destemido e obstinado, ele assegura que dará continuidade à caminhada que empreendeu porque se sente motivado diante da reação do público que aplaude o seu trabalho. Destaca que nas festas procura executar todos os tipos de música, indo do funk ao gospel. Suas apresentações costumam ter remixes, funk, sertanejo, arrocha, eletrônico, forró,.axé e pagode. Também leva produção de palco para os seus shows. Usa iluminação de led, leisers, estroubos e máquina de fumaça.
Celso Cordeiro Filho
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