sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Rafael Diniz afirma ter dificuldades para planejar 2017 por falta de informação

Prefeito eleito demonstra preocupação. Já o governo atual nega



Durante entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira(08), o prefeito eleito de Campos, Rafael Diniz (PPS), afirmou que tem encontrado dificuldade para saber qual a situação do município e voltou a demonstrar preocupação com a situação financeira da cidade. Segundo ele, durante as reuniões das equipes de transição, informações foram prestadas pelo atual governo “de forma precária e fora do prazo”, o que inviabiliza o planejamento do seu governo. Membros da sua equipe de transição o acompanharam na coletiva.


“É impossível (se referindo ao planejamento para 2017) porque a transição está sendo feita por parte deles(o atual governo) de forma irresponsável. Eu só solicito que tenham responsabilidade com a cidade e prestem as informações. Já existe um governo eleito, já existe um prefeito eleito que vai assumir a partir de 1º de janeiro. Fica dificílimo planejar qualquer ação sem conhecer qual a realidade do nosso município hoje. Eles não estão prestando(se referindo as informações do atual governo) e quando prestam, o fazem fora do prazo e de forma precária”, afirmou.
A respeito das áreas que mais o deixam preocupado pela falta de informação, o prefeito eleito citou a saúde e as dívidas com os fornecedores. E destacou suas principais dúvidas.“Quais os contratos, quais as exigências dos contratos? Quais são aqueles(contratos) que precisam ser renovados?  Quais os contratos que são de extrema importância a partir de 1º janeiro? Então, são informações necessárias para fazer a máquina pública funcionar”, destacou Diniz.
Sobre a PreviCampos, o prefeito eleito afirmou que também encontra-se preocupado, enfatizando que é preciso abrir o que classificou de “caixa-preta”.
Diniz disse ainda que para manter programas sociais importantes para o município, as informações que está precisando são de vital importância, se queixando que o atual governo enviou o orçamento de 2017 para a Câmara de Vereadores sem dialogar com a equipe de transição do seu governo.
A falta de informações para que o seu governo possa se planejar, foi classificada pelo prefeito eleito como “revanchismo”.

Campos 24 hs

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