segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Rafael Diniz constata problemas no HFM e no HGG em Campos dos Goytacazes - RJ

Prefeito encontra muitos problemas nos dois maiores hospitais públicos da cidade



 Vários problemas foram encontrados pelo prefeito Rafael Diniz(PPS) nos dois maiores hospitais públicos de Campos: Ferreira Machado e Hospital Geral de Guarus.  Nesta segunda-feira (02), no primeiro dia de seu mandato, o prefeito esteve no Hospital Ferreira Machado(HFM). Na parte da tarde, visitou o hospital 

O prefeito fez a vistoria no HGG acompanhado dos vereadores José Carlos e Cláudio Andrade e da médica Raquel Arlinda Batista(foto ao final das informações), que  é a nova diretora geral do hospital. Ela exercia a função de diretora clínica do HGG na gestão anterior.
Ao final, o prefeito disse que a prioridade, inicialmente, é abastecer toda rede pública de saúde com remédios e materiais. Depois disso, vai partir para resolver os problemas estruturais.
No Ferreira Machado, Rafael Diniz verificou as condições de funcionamento de diversos setores do hospital, como enfermarias e centros cirúrgicos, encontrando muitos problemas.
“Sabia que a situação estava difícil, mas está ainda pior vista de perto. É assustador o caos em que se encontra o Hospital Ferreira Machado, a situação dos pacientes e a falta de zelo. Admiro a garra dos servidores para conseguir fazer um atendimento emergencial sem o mínimo de infraestrutura. Essa visita foi apenas o primeiro passo para a transformação do hospital e da saúde da nossa cidade. Para isso precisamos contar com a ajuda dos servidores. Neste momento a saúde é a nossa prioridade”, disse o prefeito.
O principal problema a ser solucionado em caráter emergencial de acordo com Rafael Diniz é a compra de medicamentos básicos para abastecer a farmácia. Dos 240 remédios que deveriam estar nas prateleiras para o atendimento aos pacientes, apenas 37 estão disponíveis. Segundo o diretor da unidade Doutor Pedro Ernesto Simão, em menos de uma semana, a farmácia estará vazia.
“Realmente a situação é crítica. O pouco material que temos em estoque não tem qualidade e deve terminar em menos de uma semana. O armazenamento dos medicamentos também não está sendo feito de forma adequada. Estamos lidando com vidas e o que estamos vendo é resultado de uma má gestão”, ressaltou.
Fonte Campos 24 hs


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